Toxina Botulínica x Preenchimento



Os procedimentos estéticos que envolvem a toxina botulínica e as técnicas de preenchimento são, cada vez mais, procurados por quem deseja manter a aparência jovem e harmoniosa. Além de serem eficientes na suavização das marcas de expressão, rugas e outros sinais comuns de aparecer com o passar dos anos, são minimamente invasivos e muito seguros.

Mas como esses procedimentos funcionam e quando cada um é mais indicado? Confira a seguir as informações sobre o assunto:


Toxina botulínica


Aplicar a toxina botulínica é bastante simples, pois consiste em uma injeção não cirúrgica, indicada principalmente para quem deseja diminuir os sinais de envelhecimento, entre eles, os famosos pés de galinha perto dos olhos, as rugas na testa e outros. A substância provém de uma bactéria e, ao ser injetada, enfraquece o músculo, evitando a sua contração.


Por consequência, as rugas faciais são suavizadas. Para tanto, é preciso escolher com cautela quais são os músculos que devem receber a substância, para evitar que as expressões faciais sejam afetadas.


A sessão pode levar apenas 15 minutos, sendo que o número de injeções depende de cada paciente, como os sinais que deseja amenizar, a sua extensão, entre outros aspectos. O procedimento não exige anestesia e nem tempo de recuperação, no entanto, os resultados podem demorar alguns dias para aparecer completamente.


Preenchimentos


Além de também serem indicados para reduzir alguns sinais de envelhecimento, como as rugas, com os preenchimentos é possível aumentar o tamanho dos lábios, harmonizar os contornos superficiais e mesmo reduzir a aparência das cicatrizes.


Esses métodos são pouco invasivos, com resultados rápidos e, assim como a toxina botulínica, os resultados não são permanentes, mas com a manutenção adequada é possível prolongar os seus efeitos. No caso do preenchimento de rugas, o procedimento pode ser temporário ou semi-permanente.


No primeiro, se faz uso da gordura do próprio corpo, retirada por lipoaspiração, para preencher o local escolhido, com a vantagem que é evitada as possíveis reações alérgicas que as demais substâncias usadas para o procedimento podem acarretar. Já que o seu efeito é curto é possível fazer retoques quando necessário.


Também é possível usar colágeno, uma proteína natural, que para o procedimento é originário de pele humana ou de bovino; ácido hialurônico, substância também encontrada no corpo humano; hidroxiapatita de cálcio, naturalmente presente nos ossos humanos; e o ácido poliláctico, opção sintética para o preenchimento.


Já o procedimento semi-permanente é feito com o polimetilmetacrilato, um tipo de polímero, embora nem sempre seja a opção mais indicada devido ao seu grau de segurança menor. De qualquer forma, de acordo com os objetivos do paciente e suas características, o cirurgião plástico vai definir qual a substância mais adequada.


Toxina botulínica x Preenchimento: qual escolher?


A experiência do cirurgião plástico é decisiva na hora dele indicar qual o melhor tratamento conforme as necessidades do paciente. Porém, o mais comum é que para os chamados pés de galinha, a toxina botulínica seja a preferida. O mesmo acontece para reparar a testa franzida, ou seja, as rugas que se formam entre os supercílios.


Para as linhas de expressão na testa a toxina também costuma ser a mais indicada. Já para suavizar olhares profundos e olheiras, são os preenchimentos os mais eficientes, o mesmo acontece para as rugas perilabiais, a bochecha murcha e o bigode chinês. Para arquear as sobrancelhas, ambos os procedimentos oferecem ótimos resultados.




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